terça-feira, 20 de abril de 2010

Ele é Brilhante e ela é um mistério IIII

terça-feira, 20 de abril de 2010


E aeee pessoas cativantes! (como diria uma guria do chat de Fringe) Pois é, não morri. Ou morri? Sei lá. Fringe acaba com minha vida – fato. Anyway, como prometido, estou aqui pra falar de The Bishop Revival e Jacksonville, os últimos episódios antes do hiatus massacrante entre fevereiro e abril. Fringe está de volta, então eu estou também. Durante esse tempo vazio da minha vida eu não fiz praticamente nada. Sedentária é um adjetivo fraco pra me descrever nesse tempo. Mas graças a Deus e ao querido JJ, meu seriado favorito, motivo de minha insônia e assunto de meus sonhos, retornou – com força total, devo dizer. Porem isso é assunto pra outro post.
Estou pensando em usar essa budega mais freqüentemente. É pra isso que eu criei, não foi? E até parece que minha ‘agenda’ está tão lotada assim... Eu tenho o terrível defeito de começar as coisas e não terminar, então eu realmente não tenho uma rotina. Exceto entrar no twitter e orkut e MSN :D Minha mana está de volta da Argentina – nunca mencionei aqui, mas toda a família do meu pai (inclusive ele) são hermanos. A.K.A: Arrentinos! ARRIBA! A pirralha querida da minha sobrinha voltou também, e agora a casa ta cheia. Isso me animou pra caramba, desde que eu também sou uma pessoa muito dependente de convívio social, ou em simplórias palavras: carente. Minhas amigas andam bastante ocupadas com a escola/faculdade/trabalho e eu não tenho visto elas muito, em compensação fiz novas amizades pela Internet e é aqui que Fringe entra de novo.
Bom, Peter e Olívia. Ah, esses dois, vou te contar...
Em The Bishop Revival há uma cena muito intrigante e bonita, mas, surpreendentemente, não entre nossos dois heróis. Walter convenceu Peter a deixá-lo dirigir em troca de ter aulas de vôo e imaginem o que o cientista aprontou. Como se não bastasse irritar Peter derrubando o lixo de uma casa próxima à cena do crime e ‘estacionando’ o carro em cima da calçada, Walter começa a falar de seu casamento com a mãe de Peter (que, btw, agora sabemos que se chamava Elizabeth). Ele diz que ela estava linda e que ele havia guardado seu terno ROXO para o dia em que Peter também se casasse. Peter sorri, mal sabendo do que estava prestes a vir. Walter então cutuca Peter e pergunta se ele acha que ela vai chamá-lo de pai. Peter pergunta quem e Walter responde, como se fosse mais óbvio do que a cor do céu: A Agente Dunham. Milhares de fãs do casal prendem a respiração e arregalam os olhos para ver a reação do filho do cientista: Peter sorri, como dizendo ‘fala sério!’ e responde: Meu palpite seria não.


Vamos analisar essa fala por um momento. Ele poderia muito bem ter dito: O que? Olívia? Não! Mas ao invés disso, ele apenas respondeu a pergunta, dizendo que não acharia que Olívia chamaria Walter de pai. Estão pensando no que eu estou pensando? Se sim, acho que não sou a única a ter desenhado Olívia num vestido de noiva depois de ver esse episódio...
Como se não estivéssemos surtando o suficiente, Walter ainda começa a dizer para Peter não olhar pra ele daquele jeito, que Olívia é tudo o que ele precisa, alguém que pode ver através dele. Ele também diz que Olívia estava linda aquele dia, quando os dois alcançam a loira, e induz Peter a dizer o mesmo e, é com imensa felicidade, que eu digo que ele fala:
Você está linda Agente Dunham.

E Olívia acena com a cabeça, olhando para baixo, claramente envergonhada.
O episódio é interessante, mas as cenas P&O acabam por aí. No próximo episódio...
O negócio é o seguinte: Newton está de volta. Sim, a cabeça congelada ambulante. E ele está tratando de por seu plano de abrir-uma-porta-entre-as-dimensões em ação. Em um de seus testes, ele traz um prédio inteirinho do outro universo. Pois é. No prédio daqui as pessoas morrem ao, literalmente, se fundirem com suas versões alternativas, exceto um homem, pelo qual Walter deduz o que aconteceu (mas devo dizer que o champs morre depois disso).
Lembrando-se de uma experiência que ele havia feito com William Bell, Walter revela que o universo busca igualdade e que se algo veio, algo tem que retornar. É então que o alerta vermelho é ligado: Como impedir que um prédio daqui vá para o outro universo? Bom, isso não se poderia fazer. Mas, porem, entretanto, todavia, eles poderiam identificar o prédio em questão e evacuá-lo antes que ele desaparecesse. Alguém uma vez descreveu a diferença entre um objeto de outro universo e um daqui como um brilho, e adivinhem quem foi? Nossa querida Olívia. O tratamento com Cortexiphan deu a agente do FBI a habilidade de distinguir objetos deste lado com o de lá, só que ela não podia fazer isto mais. Eles então teriam de viajar de volta para Jacksonville, aonde os testes foram feitos, e tratar Olívia com a droga mais uma vez. Entre protestos de Peter querendo impedir Walter de fazer experimentos em Olívia – que é uma fala rápida, porém relevante – eles decidem partir. Descobrimos que os experimentos foram feitos numa creche; em uma sala havia brinquedos e, na outra, cadeiras cheias de fios. Um ambiente tenso que deixa Olívia se sentindo tão mal que saí do local e se senta em um dos balanços que haviam do lado de fora enquanto espera que Walter arrume tudo. Peter chega por trás dela e se senta no balanço ao seu lado. Olívia começa a dizer que tem uma memória muito boa, que ela se lembra de tudo (uma frase intrigante), mas não disso. Peter diz que isso pode ser uma coisa boa e Olívia sorri minuciosamente.

É interessante ver como Peter lida com o fato de que Olívia teve um passado um tanto traumático. Ele vive tentando convencê-la de que o que passou, passou, e que a situação em que ela está agora é melhor do que tudo aquilo.
Eu me pergunto se ele está se projetando nela, considerando o fato de que ele também teve uma vida turbulenta e sua situação atual é uma experiência muito diferente de tudo o que ele já passou. O que eu quero dizer é que Peter ainda não se adaptou com tudo o que está acontecendo. Ou sim, se adaptou, mas inconscientemente está retendo o desejo de voltar a sua antiga vida – o que não seria/é surpreendete a julgar pelas circunstancias em que a mudança ocorreu. Ele está confuso, vulnerável. E creio que isso justifica seus atos no numa certa cena¹ do episódio.
Bom, em resumo, Olívia é tratada novamente, mas parece que nada muda. Numa conversa com Walter ele percebe que o problema está na personalidade de Olívia. Toda a resistência que ela criou fez com que seu medo se adaptasse na forma de raiva, que ela usa para fazer tão bem seu trabalho de agente. Walter diz, apontando a pequena Olívia – ou Olive – na tela da televisão, que ela teria que voltar a ser aquela pequena menina assustada. Que as emoções fortes como medo, raiva ou amor, poderiam ativar as habilidade das crianças tratadas com Cortexiphan e, no caso dela, o medo seria a solução. Mas Olívia não tem mais medo de nada – ela conclui, em resposta a Peter, que mais uma vez pergunta se ela está bem, enquanto se agacha numa sala em que ela queimara usando sua habilidade quando pequena e assustada. O que fazer então?
Eles voltam e começam a tentar encontrar outros meios de identificar o prédio, mas nada parece ser rápido o suficiente. Peter então tenta entrar no sistema da Massive Dinamic e avançar o processo, mas Olívia o interrompe, dizendo que é muito tarde. Que ela havia falhado e ela era a aquela suposta a impedir coisas como essas. Peter se aproxima dela e diz uma das frases épicas do casal:
Eu nunca conheci ninguém que possa fazer as coisas que você faz.

Ele coloca a mão no rosto dela e os dois vão se aproximando. Olívia então percebe e diz que está assustada. Peter pede para que ela não fique e se inclina ainda mais para beijá-la, só que Olívia se da conta do que acabou de dizer e se afasta, dizendo-o mais uma vez: Eu estou assustada. O medo. A chave para sua habilidade.

Antes de contar que Olívia sai correndo e consegue identificar o prédio antes que ele sumisse e salvar centenas de pessoas, oh, eu já disse... Bem, vamos analisar o que aconteceu ali.
Porque Olívia estava com medo? Do que ela estava com medo?
Não, não era por ter falhado e saber que não poderia salvar as pessoas. Ela estava com medo de Peter; mais especificamente, do que ele iria fazer. Eles iriam se beijar. Eles iriam começar um relacionamento. Após tudo o que ela passara com John, é normal que ela sentisse medo. E ela sentiu. Então, é aí que eu agradeço por Fringe ter roteiristas tão maravilhosos, que sabem encaixar a trama na história do nosso casal e assim não estragar a série com o relacionamento dos dois, como muito temem.
Acabou por aí? Não.
No final do episódio vemos Peter agitado em sua casa, conversando ao telefone com Astrid, combinando para que ela fique de babá de Walter naquela noite. Walter então pergunta o que nós queríamos saber: Aonde ele estava indo? Pelo que parece, ele e Olívia combinaram de sair para tomar uns drinks – não, não era um encontro, como o sorridente Walter e nós pensamos que fosse – porque é isso que pessoas normais fazem. Walter faz uma dancinha enquanto Peter sobe as escadas, a cena corta para Olívia, então, que está colocando uma jaqueta de couro. Ela pára em frente ao espelho e solta os cabelos, com um sorriso no canto dos lábios.
É de desmaiar de felicidade, não?
Anyway, Olívia toca a campainha e Peter atente, ambos bastante sorridentes. Olívia continua com o olhar fixo em Peter – até demais, devo dizer – e então seu sorriso de desmancha: Peter está com o mesmo brilho esquisito do prédio sobre si.
Enquanto Peter sai para pegar seu casaco, Walter se aproxima da loira e pede que ela não conte nada a Peter. Ela se vira para ele, com uma expressão de partir o coração, e o episódio termina.


Eu sobrevivi aos dois meses de hiatus entre esse episódio e ‘Peter’, que é basicamente Walter contando para Olívia como o Peter daqui morreu e o nosso foi trazido da outra dimensão. Estou aqui agora, muito orgulhosa de mim mesma, por ser fã desse seriado maravilhoso e surpreendente. Espero que tenham gostado, volto depois – prometo que não vou sumir dessa vez – com os últimos episódios ;D

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Ele é Brilhante e ela é um mistério III

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
Hey, people! Sumi porque tive que me preparar para o último episódio (Jacksonville) e depois me recuperar dele – vamos apenas dizer que foi o melhor episódio entre Peter e Olívia da temporada e do seriado *-* Vou tentar chegar até ele neste post, mas não prometo, vocês sabem como eu empolgo.
Então, aonde paramos? Ah, sim.
Não é preciso nem dizer que o relacionamento de Peter e Olívia evoluiu. Mesmo com os produtores e o próprio Joshua Jackson negando e dizendo que os dois são mais como irmãos, sabemos que, na verdade, Peter e Olívia estão à pequenos passos de se tornar oficialmente um casal.
Peter já demonstrou que a ama (ou, no mínimo, se importa – e muito – com ela) por sua tentativa de um beijo na Season Premiere. A única que ainda está em cima do muro é Olivia, que parece estar esclarecendo suas idéias sobre tudo. Após ir para outro universo e não se lembrar do mesmo, nossa heroína está confusa e debilitada – ela teve um acidente, afinal de contas. Logo no começo do segundo episódio da temporada vemos que ela está tão abalada que suas mãos tremem bruscamente. Peter percebe, e se apronta para ajudar Olívia a pegar suas coisas. Ela recusa, mostrando novamente o quão forte ela é, mas ele insiste, e ela acaba deixando ele carregar sua pasta. Ao longo dos próximos episódios vemos ainda Peter preocupado com Olívia e a mesma tentando se restabelecer. A enigmática Nina Sharp aconselha Olívia a visitar um homem chamado Sam Weiss (outro personagem enigmático), e Olívia vai até ele quando se vê no limite da tolerância; sua audição se torna extremamente sensível, podendo captar até mesmo o barulho das pernas de uma mosca. E é assim que somos introduzidos ao dono da casa de boliche. Ele começa a pedir à Olívia que faça uma série de exercícios simples, mas que ela, com todo o seu transtorno, acaba tendo dificuldade em fazer. Até o quarto episódio, Olívia já consegue andar sem sua bengala e as dores de cabeça (que Sam adivinhara que iriam começar) cessam. Porém, os problemas só se complicam.
Apesar da boa notícia de que talvez Walter tenha achado um meio para fazer Olívia se lembrar de sua experiência no outro lado, aparentemente, alguém andava roubando cabeças congeladas de diversas companhias pelo país, e os mesmos apresentavam traços de mercúrio em seu sangue; Uma característica que Walter define como a do transformo que tentara matar Olívia no primeiro episódio. Estudando o corpo que eles acham na cena do crime e comparando-o com o que acharam no começo da temporada, eles chegam à conclusão de que o transformo ainda estava solto por aí. O que eles não sabiam, é que ele estava com o corpo de Charlie, o melhor amigo de Olívia. Entretanto, Walter tem uma idéia para identificar o indivíduo, e busca ajuda a uma velha amiga que possuía a habilidade de identificar os seres de outro universo. Após tantos anos, Rebecca alega que não podia fazer tal coisa mais, mas Walter garante que pode reativar o poder da mulher. Enquanto eles estão nos procedimentos para isso, Peter toca um sino, e isso faz Olívia desmaiar.
Sob o efeito do coquetel de vermes e drogas que Walter dera para ela no começo do episódio, Olívia acaba mergulhando em suas memórias e se lembra de tudo o que fez na outra realidade. Em sua conversa com William Bell, ele deixa bem claro para ela que ela devia encontrar um homem com uma marca em sua cabeça, pois esse seria líder dos transformos, que queria abrir uma porta entre os dois universos que acabaria levando à colisão dos mesmo e ao fim de um. Ele diz também que Olívia deveria dizer uma frase em grego para Peter (se lembram de como ela acorda?), pois ela precisaria dele a seu lado (Bell é do nosso time?). William também revela que de todas as crianças tratadas com Cortexiphan, Olívia fora a mais forte, a que desenvolvera suas habilidades de forma melhor do que as outras.
Apesar de ficar irritada com William Bell por ele falar nos experimentos com tanta naturalidade e se sentir inconformada com as poucas informações, Olívia o escuta e, após retornar à realidade, ela logo pede para conversar com Nina Sharp. No final deste episódio, Olívia descobre sobre a identidade do transformo e o mata, apesar de ele possuir a aparência de seu amigo. Ela se sente mal, pois apesar de ter feito tal coisa, ela não conseguiu impedir os transformos de acharem a cabeça de seu líder, e o episódio termina com o mesmo sendo reconstituído. Ah, eu mencionei que a amiga de Walter vê Peter brilhando? (o que significa que ele veio de outro universo) Ela não fala para ele e nem para ninguém sobre o assunto, mas para nós, foi mais uma confirmação.
Nos próximos episódios não temos muitas informações sobre a trama principal, mas temos sobre Peter e Olívia.
No quinto episódio temos uma linda cena entre os dois. Pra começar, eles estão usando a mesma blusa da faculdade, e Olívia diz que isso é fofo.
Ela também zomba Peter dizendo que ele provavelmente só a comprou para impressionar as garotas. Ele sorri e diz que é mais ou menos isso. Enquanto eles estão conversando sobre o caso, Peter revela sobre pesadelos que ele tinha quando era pequeno e que Walter o ajudara com um mantra que o fazia esquecer dos sonhos. O mais interessante, é que no fim do episódio Peter sonha com a noite em que foi roubado da outra dimensão, e ele diz que não se lembra claramente do sonho.
Não temos muitas cenas após esta em outros episódios, mas temos falas:
Ele me ajuda também – Olívia, quando Peter é seqüestrado e Walter diz que não iria conseguir sozinho, pois Peter sempre o ajudava.


Me conheça um pouco melhor – Peter novamente, quando Olívia reclama que ele nunca contou à ela que falava chinês.

Ok, tenho que falar desse episódio se não vou levar pedradas.
Pra começar, temos isso, e durante todo o episódio a troca de olhares é no mínimo... intensa. Pra completar, Peter é seqüestrado...de novo. Pela terceira vez no seriado! Isso só seria um fato sobre o personagem se quando Olívia chegasse para salvá-lo, ela não perguntasse:
Você está bem?


Invertendo completamente os papéis. E a resposta de Peter foi digna à raridade da cena:
Eu estou agora.

Preciso dizer que surtei? Não, né? *-*
O próximo episódio foi sobre a mitologia da série, mas não teve muitas cenas com o nosso casal. Em resumo, o cabeça-congelada aparece e faz uma operação no cérebro de um paciente de um hospício. O que intriga a todos é que o homem fica completamente são após o evento, e não há nada de estranho com sua cabeça. O acontecimento se repete mais duas vezes e Walter bola a teoria de que Newton (o líder dos transformos) na verdade tirou um pedaço do cérebro das pessoas, só que não eram deles, o que explica a lucidez dos mesmos após o ocorrido. Há então a pergunta: De quem eram os pedaços que foram retirados dos cérebros dos pacientes? Ninguém mais, ninguém menos do que o próprio Walter. Newton está tentando abrir uma porta entre os dois mundos, e sabemos que Walter já fez isso, mas não se lembra porque essa informação fora removida de sua cabeça, literalmente. Agora Newton quer que ele se lembre e então seqüestra Walter para conectar os pedaços do cérebro do cientista e fazer com que ele se lembre. Fato intrigante: Quando isso acontece, Walter assume uma outra personalidade, uma mais sombria, amarga. Os pedaços removidos de seu cérebro faziam parte da área que controla as inibições, então isso o explicava, mas ainda assim ficamos surpresos por ver nosso cientista maluco – e normalmente doce – com tal semblante. Enquanto Peter e Olívia se aproximam do local, infelizmente, Newton consegue sua informação, o que deixa Olívia se sentindo mais mal ainda. Peter, porém, mostra o quanto se preocupa com o pai e como está feliz por tê-lo em sua vida.
A próxima cena entre nosso casal vem logo no episódio que segue este último. Peter mata por legítima defesa um homem que os perseguia, mas acaba ficando chocado com o que fez e Olívia o consola, invertendo os papéis novamente.
Temos então um episódio completamente shipper, em que Peter e Olívia ficam presos num prédio em quarentena. Para começar, no começo do episódio há uma cena em que Peter diz que é muito a cara de Olívia não querer ligar para sua irmã para não deixá-la preocupada, e ele completa dizendo que acha que esse era o ponto em ter pessoas com quem você se importa na vida – ter alguém para quem dizer que está assustado. Há apenas uma troca de olhares, e então eles são interrompidos: Uma das mulheres aparentemente infectada escapa e faz com que Peter se infecte também. O melhor é a reação tensa e super preocupada de Olívia, que pede que Peter tenha cuidado ao se lavar. O fato é que ele está infectado, e da um jeito de trapacear no exame para não deixar Walter preocupado (fazendo o mesmo que ela no começo do episódio, quando não quis ligar para sua irmã). Vemos o alívio de Olívia ao ver que Peter estava aparentemente bem, mas isso não dura muito. Quando os dois estão saindo do prédio, o nariz de Peter começa a sangrar, e eles o impedem deixar o lugar. Temos então uma cena torturante de Peter implorando para Olívia deixá-lo sair.

Ela sabia que ele estava sendo controlado pelo vírus, então se recusa, mesmo sofrendo com isso. É decido que o prédio vei ser destruído com todos os que permaneciam infectados dentro, para evitar uma epidemia, entretanto, Walter consegue criar um antídoto e Olívia se prontifica a ajudar entrando novamente no edifício. Peter a vê chegando e, tomado pelo vírus, luta com ela para pegar sua arma e tentar sair dali e temos uma cena muito emocionante. No fim, ele consegue, mas não atira nela. Enquanto ele sobe o elevador, Olívia consegue ligar o sistema de ventilação e fazer com que os infectados desmaiem. Peter logo é tratado por Walter, e quando acorda agradece Olívia e pede desculpas por ter lutado com ela. Ela diz que ele não era ele mesmo, e ele diz que, por sorte, ela era. Walter deixa o ambiente e é seguido do Astrid, e assim os dois ficam apenas trocando olhares e o episódio termina.
Lindo, não?
Uau, já estou com três página de Word xD
Vou dar uma pausa por hoje, people. Volto com os próximos dois melhores episódios depois! (esses merecem um post só pra eles) :*

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Ele é Brilhante e Ela é Um Mistério II

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Então, caros leitores (sejam vocês quem forem – comentar me ajudaria a esclarecer isso ;), após um final de ano um tanto depressivo e férias que fizeram essa depressão desaparecer como fumaça, estou de volta e pretendo terminar o artigo sobre Peter e Olívia. Sinceramente, acho que vou dividi-lo em mais partes, sei lá, tenho muitas idéias em mente e ao ver a imensidão do último post fiquei surpresa em ver como meus textos se estendem. Anyway, vamos ao que interessa:


(Aproveitando pra fazer uma pequena propaganda da nossa comunidade do orkut, agora com vitoriosos mil membros!)
No décimo quarto episódio de Fringe descobrimos que Olívia poderia ter feito parte de uma série de experimentos feitos em crianças que ampliavam suas habilidades cerebrais. Este episódio é um marco para Fringe e para Peter e Olívia, pois, o jovem cientista, mostra confiar em Olívia para apagar as luzes da bomba – desarmando a mesma – que Jones colocou num prédio, ao ficar ao lado dela, enquanto ela – totalmente descrente – tenta faze-lo. Ele observa surpreso, assim como Oliva, que ela, de fato, consegue apagar as luzes e até mesmo a elogia. Aí vemos a primeira tentativa do nosso herói para se aproximar da loira:
Ele a chama para sair; mais especificamente, para beber.
Ela recusa, nos surpreendendo um pouco. Sua justificativa (que soa um tanto falsa) para o ato insinua que talvez ela quisesse aceitar, mas não estava pronta para isso. Ah, claro, ela tinha acabado de descobrir que seu amante não era realmente mau e que ele a pretendia pedir em casamento. Nós deixamos passar, entendendo que haviam muitas coisa na mente da Agente Dunham no momento.
Os episódios passam e, a cada olhar, a cada gesto, por mais mínimo que tenha sido, vemos a lenta aproximação entre Peter e Olívia. Em Unleashed, vemos que Olívia tem ciúmes de Peter com sua irmã, ao fazer uma cara muito surpresa quando descobre que ele ligara para Rachel e não para ela. Depois, Peter pergunta se sua amizade com Rachel incomoda Olívia, e ela diz que não, de um jeito que não convence Peter e o faz sorrir. A tensão, que já existia em abundância, começa a crescer e, ao alcançarmos o episódio 17, podemos ver o quanto ela cresceu.
Se lembram de que eu falei que no episódio 14 vimos que Olívia poderia ter feito parte de experimentos em crianças? Pois, é. Em Bad Dreams temos a confirmação disso, com Olívia sonhando com assassinatos enquanto eles acontecem.
A questão é: Porque ela se vê como a assassina? Bem, talvez porque as crianças tenham sido tratadas em pares e isso tenha estabelecido uma ligação entre eles. Ou seja, o suposto par de Olívia é que estava matando as pessoas que ela via em seus sonhos.
Até que nossa protagonista descobrisse isso, ela fica perturbada, se perguntando se realmente não matou aquelas pessoas enquanto dormia. Ela começa a tomar pílulas para não fazer o mesmo, mas acaba caindo no sono novamente. Peter percebe o estado de quase insanidade da loira e a conforta, com um abraço.

(a cena que matou milhares de Benchwarmers xD)
Vemos claramente que Peter se importa com Olívia (apesar de já termos visto indícios, como Walter dizendo que ele foi o que mais se preocupou quando ela foi seqüestrada) e que ela aprecia o conforto que ele quer da à ela. Que, talvez, essas evasivas que ela dá, sejam meras demonstrações de sua personalidade forte e independente. Como se não bastasse (como se não já tivéssemos morrido o bastante), mais tarde, nesse mesmo episódio, Walter descobre como localizar o assassino: Entrando na mente dele, através de Olívia. Durante o processo, ela fica perturbada ao vê-lo matar novamente, então Walter pede a Peter que a tranqüilize. O mais interessante é que, imediatamente, depois que ele coloca sua mão na dela, ela se acalma. Outra demonstração de que ela se sente segura com Peter.

Até o fim da temporada não temos mais nenhuma grande cena entre Peter e Olívia, mas vamos descobrindo mais sobre os dois. Por exemplo, a habilidade de Olívia se estende até o ponto de ela ter vislumbres de uma outra dimensão como a nossa, só que ligeiramente diferente; e que Peter na verdade era para estar morto e, só não está, graças a uma máquina inventada por Walter que permitiu que ele buscasse um Peter de outra dimensão, após a morte desde daqui.


Surpreendente, não? Mas o Season Finale não parou por aí: A recompensa, dada por Nina Sharp, por Olívia impedir Jones de ir para a outra dimensão, seria um encontro com William Bell que, de acordo com Nina, não estava neste mundo. Onde diabos ele estava então? Em outra dimensão. E é aí que somos deixados; Olívia na sala de William Bell que, aparentemente, fica nas torres gêmeas – o que nos prova de que estamos em outra realidade.
Até o começo da outra temporada, nem spoilers, nem imagens promocionais, nos recuperaram do choque dessas duas informações. Apenas um episódio novo poderia nos tranqüilizar. Quem diria que o episódio novo só nos chocaria mais ainda?
O episódio começa com um acidente de carro, um motorista saí vivo, mas não há nem indícios do outro. Ele continua andando, como se nada tivesse acontecido e que o ferimento em sua cabeça não incomodasse. Ele entra em um prédio e vai até um andar aleatório, onde escolhe um homem e troca de forma com ele. Sim, você leu direito. Daí somos levados até Peter e Walter, que estavam em um supermercado discutindo sobre a festa de aniversário de Peter. Eles logo deixam o local, pois Peter recebe uma ligação do FBI. Voltamos ao acidente de carro do início do episódio, Peter já vai logo perguntando: Onde está ela? Logo deduzimos que é de Olívia que ele estava falando. Somos apresentados a Agente Amy Jessup, que não diz imediatamente para Peter o que estava acontecendo, e vemos que isso o deixa frustrado. Enquanto ela explica para Peter que não havia sinais de que alguém estava ao volante na hora do impacto, Walter começa a mexer no carro e, talvez por isso, de repente, Olívia Dunham saí pelo vidro da frente e caí no chão inconsciente. A cara de choque de Peter reflete a nossa.
O fato é que Olívia está em coma e com zero chances de sobreviver. Nem mesmo Walter, com sua genialidade toda, sabe como salvar Olívia. Após sair para beber, Peter vai até o hospital dar uma olhada na loira, e lá ele encontra Rachel, que avisa à ele que ela não iria manter Olívia viva por aparelhos, então os desligariam pela manhã. Ela diz à Peter também: Você sabia que ela gostava de você, Peter? Deixando-o sem palavras, nos liberando de qualquer preocupação quanto à ela. Peter vai então até o quarto de Olívia, para despedir-se, e faz o que deixou todas nós em coma por um bom tempo também:


Felizmente (ou infelizmente, depende do sei nível de fanatismo) Peter a acorda com seu gesto, e ela interrompe o beijo com palavras em uma língua estranha. Todos ficamos intrigados, mas não mais chocados.
Ao longo do episódio, com a ajuda da tal agente Jessup, Peter tenta salvar Olívia e descobrir mais sobre seu acidente. O transformo tenta matar Olívia, mas a agente Jessup chega à tempo e assim começam a persegui-lo. O que nenhum de nós imaginou que aconteceria é que o transformo pegasse a forma de Charlie e matasse o mesmo. Sem suspeitar de nada, tudo segue normalmente – na medida do possível.
No final do episódio, temos outro momento lindo entre Peter e Olívia. Ele leva flores para ela, abarrotando ainda mais seu quarto. Ele pergunta para ela se ela se lembra do que ela disse assim que acordou e ela diz que não. Ele explica que era em grego e que significava Seja um Homem Melhor do que Seu Pai. Um código entre ele e sua mãe que significava, novamente, cuidar das pessoas com quem ele se importava. Olívia diz que ele era bom nisso, então ele diz que era bom vê-la de novo, e ela diz isso também.
Começamos a temporada bem, não?
(continua no próximo epis- ops. Post :)

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Ele é Brilhante e Ela é Um Mistério

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
De quem estou falando? Peter Bishop (Joshua Jackson) e Olívia Dunham (Anna Torv). Protagonistas de um dos melhores seriados atuais – Fringe – que, embora esteja com audiência baixa, ainda está no topo de meus pensamentos.
Do que a série se trata? Ficção Científica.
O que é possível para a ciência em Fringe está muito adiante das nossas capacidades atuais e isso é uma das coisas que mais te surpreendem na série. Surpreendeu à Olívia Dunham que, envolvendo-se nas investigações sobre um avião que pousou com todos os seus passageiros mortos, viu-se diante de uma jornada para salvar a vida de seu parceiro – e amante – que – durante as investigações – fica contaminado com o que quer que fosse que matou os passageiros. Desesperada, ela encontra o único homem que pode ajudá-la: Dr. Walter Bishop (John Noble). E se não fosse pelo fato de que ele estivesse em um hospício nos últimos 17 anos, Olívia poderia ter simplesmente pedido sua ajuda e não precisado ir até Bagdá para buscar o filho do mesmo – Peter Bishop.

Nômade, com um Q.I. de 190, Peter falsificou seu diploma na MIT e Deus sabe lá em outras coisas.
It sounds like a massive pain in the ass – Olivia Dunham.

(Não sei se a piada tem o mesmo efeito em português, mas eis a tradução: Soa como um grande pé-no-saco.)
Sem conseguir convencer o jovem Bishop a ir com ela e ajuda-la a tirar o pai do mesmo do hospício pela simpatia, Olívia usa a chantagem, sabendo que um cara como Peter provavelmente vivia do jeito que vivia por estar fugindo de alguém. Peter, vendo-se encurralado, decide ajudar a loira e só mais tarde – quando os dois estão no avião – pergunta sobre o que se tratava tudo isso. O fato é que o Dr. Bishop não era apenas um funcionário de uma empresa de pasta de dente como Peter pensava. Ele trabalhava para o governo, numa área chamada Ciência Fringe, que cuidava de casos como: Controle Mental, Teletransporte, Reanimação...
Você está dizendo o que? Que meu pai era o Dr.Frankenstein?

Não exatamente, mas sabia sobre muitas coisas relacionadas a isso, inclusive sobre a tal doença que agora matava o amante de Olívia.
Com Peter, Olívia agora tem Walter, super-disposto a ajudá-la. Entre cenas muito engraçadas sobre como ele sentia falta de coisas que fazia antes de ir para o sanatório e uma em que ele compra sêmen de babuíno e não se lembra pra quê, Walter descobre o que há de errado com John Scott e induz Olívia a fazer um experimento que a permitiria entrar na mente dele enquanto o mesmo estava em coma e ver o rosto do suspeito que ambos perseguiram para descobrir o que ele usou para contamina-lo e criar um antídoto.


Após o primeiro acontecimento da série que nos deixa completamente admirados – o fato de que Olívia realmente conversa com John em coma e vê o rosto do suspeito – ela consegue salva-lo e por enquanto pensamos que tudo esta bem e que todos continuarão com suas vidas normalmente. Até que ela interroga o tal suspeito e descobre que desde o começo havia um traidor no FBI e este traidor se revela como seu amante, a quem ela tentou salvar o inteiro episódio – de duas horas, devo dizer – e que agora se recuperava. Bem, o filho-da-mãe foge do hospital e ainda por cima mata o suspeito que o entregou. Na perseguição atrás do mesmo, Olívia praticamente causa um acidente de carro que o mata e assim ela começa a fazer uma série de perguntas a si mesma que a levam a insistir para a permanência dos Bishops e sua entrada definitiva na Divisão Fringe, que agora mergulha profundamente nos casos estranhos que andam acontecendo pelo mundo.
Bem, após esses longos parágrafos sobre a história da série em si, vou retomar o que eu vim dizer primeiramente: Peter e Olívia tem que ficar juntos.


Estamos praticamente na metade da segunda temporada e a ansiedade para que isso aconteça já é muita. Não consigo parar de pensar nas cenas lindas que já houveram entre os dois que começaram a mostrar a ligação entre eles. Os atores alegam que é apenas algo familiar. Sim, eles são como irmãos. Ah, já ouvi isso tantas vezes sobre casais de seriados que é só mais um motivo para acreditar mais em um romance entre os dois.
Agora, vamos as razões: Ele é brilhante e ela é um mistério seria o suficiente para mim, uma romântica compulsiva, mas após tantos anos mudando-se e trabalhando em diversos lugares, porque Peter ficaria na divisão Fringe ou até mesmo com Olívia? Porque, no quarto episódio, Peter acaba fazendo parte de um dos acontecimentos estranhos, quando, pra começar, um homem o seqüestra e depois, um careca a quem todos se referem como o Observador, lê sua mente e adivinha tudo o que ele vai falar antes que ele o faça. Estranho, não? Assim Peter começa a se envolver realmente com os casos e sua ligação com Olívia e até mesmo com seu pai fica mais profunda. Em pouco tempo ele começa a conhecer melhor Walter – embora ainda brigue com ele por certas coisas como colocar uma orelha numa omelete ou encher a banheira de ácido – e realmente cuidar dele por preocupação e não porque é seu trabalho agora. Já com Olívia... Esta até o décimo episódio ainda está com seu ex-amante na cabeça. E digo isso muito literalmente. Lembram-se de que ela conversou com ele enquanto o mesmo estava em coma? Pois é, Walter denominou esse experimento de Estado de Compartilhamento de Sonhos e não foi por menos. Olívia começa a ver John em sua frente, começa a se lembrar de coisas que só ele lembrava e ela usa essa sua nova habilidade para descobrir o que levara seu amante a trair FBI. (A imagem a abaixo é de uma cena em que ela entra no Tanque para ver as memórias de John e Peter a tira de lá, pois começa a ficar arriscado demais)


Ficamos mais que surpresos quando John se revela inocente e muito mais ciente do que todos eles do tal Padrão que investigam. Olívia fica aliviada por saber que cada momento que passara com ele não fora uma mentira e, numa última visita a John em sua mente, ele se despede dele. Caminho aberto para Peter? Sim, mas essa porta ainda tem que ser movida. E, apesar de amar o episódio 6, em que Peter faz um trato com uma personagem misteriosa e intrigante da série, Nina Sharp, para ajudar Olívia no caso e deixa-la feliz em seu aniversário (ela demonstra preocupação ao descobrir o que ele fez, e é uma cena linda), acho que o clima entre os dois só começou mesmo a partir do décimo episódio. Se não me engano, é ainda o mesmo em que os dois vão interrogar um amigo da vítima em um bar e quando o homem pergunta para Olívia quem é Peter, ela diz que é seu irmão e o olhar que Peter lança a ela é no mínimo... Chateado. Depois ele reforça essa reação dizendo: Irmão? Esperando que Olívia se justificasse e a mesma diz: É. Funciona melhor desse jeito.
- Funciona, não é? – ele retruca.


E depois a desafia a ficar mais um pouco no bar para que os dois bebam, que é uma de minhas cenas favoritas. Ambos fazem truques de mágica e Peter diz que isso é incrível por que mulheres não costumam saber fazer isso.
Descobrimos que Walter é do nosso time quando eles vão correndo ao hotel perguntar para ele algo sobre o caso e Walter acorda fazendo cara de desculpas dizendo: Ah, vocês dois precisam usar a cama! Tirando um sorriso um tanto suspeito do rosto de Olívia.
E as coisas só melhoram a partir daí...
(continua)

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

A Verdade Nua e Crua

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Um título intrigante esse, hein? Primeiramente se encaixa perfeitamente no que eu vou dizer aqui. Depois, quem não ficaria ansioso para saber do que esse filme se trata?

Com o tal pôster (muito criativo, por sinal) acima, qualquer um pára em frente ao cinema e admira o mesmo. A dinâmica dos dois personagens principais foi muito bem usada aqui, dando a idéia de que ela é uma romântica e ele só pensa naquilo. Desde o primeiro momento que vi esse pôster, esse filme já me agradou. Gerard Butler, astro de vários filmes dos quais eu já amava (citando: O Fantasma da Ópera e PS: Eu te Amo) ao lado de Katherine Heigl, atriz maravilinda que me conquistou apenas por sua participação em Greys Anatomy e em seu papel em Vestida Pra Casar, juntos, definitivamente daria em algo bom. E esse aqui é um daqueles filmes que você olha e diz Ah, esse filme deve ser bom e depois de assistir fica orgulhoso de si mesmo por ter acreditado nisso, afinal, era verdade.


Kath interpreta Abby Richter, uma carismática produtora de um programa matinal que é tão obcecada em escolher o homem perfeito que está solteira até hoje. Não é para menos, pois, a loira, em suas tentativas meticulosamente planejadas, até imprime uma lista de tópicos para que ela e a cara com quem estava saindo no momento pudessem escolher sobre o que conversar quando o assunto acabasse (que é logo no começo do encontro, devo dizer). Fracassando mais uma vez, Abby não se abala. Volta para casa determinada a continuar procurando quando um certo programa a faz congelar aonde estava. A Verdade Nua e Crua.

É aí que somos introduzidos a Mike Chadway (o querido Gerard), apresentador do tal programa. Ele fala como os homens são incapazes de amar e que tudo que querem é sexo. Abby, horrorizada com tal afirmação, faz uma ligação ao programa e começa a discutir com Mike. O placar final é 1 à 0 para Mike que, além de chamar Abby de feia, diz que o homem perfeito com quem ela sonha é na verdade uma garota e que – oh, me desculpem. 2 à 0. Que ela era lésbica. Ignorando a opinião do troglodita, Abby vai dormir e no dia seguinte segue para o trabalho. Como eu disse, ela é uma produtora bem sucedida de um programa... que está falindo. Desesperados, seus colegas de trabalho decidem contratar um novo apresentador, e já vão avisando que o cara é... chocante. Não foi muita surpresa ver que Mike era o tal, mas o clima de suspense pelo que vai acontecer durante o tempo em que estes dois opostos trabalharem juntos só vai aumentando. E é aqui eu os deixo, caro leitores.

Uma boa opção para quem quer chorar de rir num domingo tedioso e solitário ou pra quem quer trazer a galera e deixar os vizinhos pensarem que o filme que estão vendo é de terror pelos gritos e risadas exageradas e assustadoras.
Eu amei. A frase que eu até usei ontem não sai da minha cabeça. Espero que isso aconteça com vocês também.

domingo, 13 de dezembro de 2009

à primeira vista

domingo, 13 de dezembro de 2009
Sim, roubei descaradamente o título do capítulo 1 de Twilight. Talvez porque eu seja fã, talvez porque simplesmente deu na telha. Como diria Kath Heigl em The Ugly Truth (A Verdade Nua e Crua):
Você nunca vai saber

E é assim que eu sou.
Você nunca vai saber qual a próxima série em que eu vou ficar vidrada ou a música que eu vou estar ouvindo que vai irritar todo mundo de tanto que eu vou cantar. Ou o manga-livro que eu ou estar lendo - mais uma vez - surtante.
Os filmes são os únicos previsíveis - com esses eu sou esparro. Posto no Twitter (Btw: @Ksiquot) ou escrevo no sub-nick do msn e chamo o povão pra assistir aqui em casa. Tá, faço isso com seriados também, admito. Porque o importante é ser feliz e contagiar todo mundo com essa felicidade !
 
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