quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Ele é Brilhante e Ela é Um Mistério

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
De quem estou falando? Peter Bishop (Joshua Jackson) e Olívia Dunham (Anna Torv). Protagonistas de um dos melhores seriados atuais – Fringe – que, embora esteja com audiência baixa, ainda está no topo de meus pensamentos.
Do que a série se trata? Ficção Científica.
O que é possível para a ciência em Fringe está muito adiante das nossas capacidades atuais e isso é uma das coisas que mais te surpreendem na série. Surpreendeu à Olívia Dunham que, envolvendo-se nas investigações sobre um avião que pousou com todos os seus passageiros mortos, viu-se diante de uma jornada para salvar a vida de seu parceiro – e amante – que – durante as investigações – fica contaminado com o que quer que fosse que matou os passageiros. Desesperada, ela encontra o único homem que pode ajudá-la: Dr. Walter Bishop (John Noble). E se não fosse pelo fato de que ele estivesse em um hospício nos últimos 17 anos, Olívia poderia ter simplesmente pedido sua ajuda e não precisado ir até Bagdá para buscar o filho do mesmo – Peter Bishop.

Nômade, com um Q.I. de 190, Peter falsificou seu diploma na MIT e Deus sabe lá em outras coisas.
It sounds like a massive pain in the ass – Olivia Dunham.

(Não sei se a piada tem o mesmo efeito em português, mas eis a tradução: Soa como um grande pé-no-saco.)
Sem conseguir convencer o jovem Bishop a ir com ela e ajuda-la a tirar o pai do mesmo do hospício pela simpatia, Olívia usa a chantagem, sabendo que um cara como Peter provavelmente vivia do jeito que vivia por estar fugindo de alguém. Peter, vendo-se encurralado, decide ajudar a loira e só mais tarde – quando os dois estão no avião – pergunta sobre o que se tratava tudo isso. O fato é que o Dr. Bishop não era apenas um funcionário de uma empresa de pasta de dente como Peter pensava. Ele trabalhava para o governo, numa área chamada Ciência Fringe, que cuidava de casos como: Controle Mental, Teletransporte, Reanimação...
Você está dizendo o que? Que meu pai era o Dr.Frankenstein?

Não exatamente, mas sabia sobre muitas coisas relacionadas a isso, inclusive sobre a tal doença que agora matava o amante de Olívia.
Com Peter, Olívia agora tem Walter, super-disposto a ajudá-la. Entre cenas muito engraçadas sobre como ele sentia falta de coisas que fazia antes de ir para o sanatório e uma em que ele compra sêmen de babuíno e não se lembra pra quê, Walter descobre o que há de errado com John Scott e induz Olívia a fazer um experimento que a permitiria entrar na mente dele enquanto o mesmo estava em coma e ver o rosto do suspeito que ambos perseguiram para descobrir o que ele usou para contamina-lo e criar um antídoto.


Após o primeiro acontecimento da série que nos deixa completamente admirados – o fato de que Olívia realmente conversa com John em coma e vê o rosto do suspeito – ela consegue salva-lo e por enquanto pensamos que tudo esta bem e que todos continuarão com suas vidas normalmente. Até que ela interroga o tal suspeito e descobre que desde o começo havia um traidor no FBI e este traidor se revela como seu amante, a quem ela tentou salvar o inteiro episódio – de duas horas, devo dizer – e que agora se recuperava. Bem, o filho-da-mãe foge do hospital e ainda por cima mata o suspeito que o entregou. Na perseguição atrás do mesmo, Olívia praticamente causa um acidente de carro que o mata e assim ela começa a fazer uma série de perguntas a si mesma que a levam a insistir para a permanência dos Bishops e sua entrada definitiva na Divisão Fringe, que agora mergulha profundamente nos casos estranhos que andam acontecendo pelo mundo.
Bem, após esses longos parágrafos sobre a história da série em si, vou retomar o que eu vim dizer primeiramente: Peter e Olívia tem que ficar juntos.


Estamos praticamente na metade da segunda temporada e a ansiedade para que isso aconteça já é muita. Não consigo parar de pensar nas cenas lindas que já houveram entre os dois que começaram a mostrar a ligação entre eles. Os atores alegam que é apenas algo familiar. Sim, eles são como irmãos. Ah, já ouvi isso tantas vezes sobre casais de seriados que é só mais um motivo para acreditar mais em um romance entre os dois.
Agora, vamos as razões: Ele é brilhante e ela é um mistério seria o suficiente para mim, uma romântica compulsiva, mas após tantos anos mudando-se e trabalhando em diversos lugares, porque Peter ficaria na divisão Fringe ou até mesmo com Olívia? Porque, no quarto episódio, Peter acaba fazendo parte de um dos acontecimentos estranhos, quando, pra começar, um homem o seqüestra e depois, um careca a quem todos se referem como o Observador, lê sua mente e adivinha tudo o que ele vai falar antes que ele o faça. Estranho, não? Assim Peter começa a se envolver realmente com os casos e sua ligação com Olívia e até mesmo com seu pai fica mais profunda. Em pouco tempo ele começa a conhecer melhor Walter – embora ainda brigue com ele por certas coisas como colocar uma orelha numa omelete ou encher a banheira de ácido – e realmente cuidar dele por preocupação e não porque é seu trabalho agora. Já com Olívia... Esta até o décimo episódio ainda está com seu ex-amante na cabeça. E digo isso muito literalmente. Lembram-se de que ela conversou com ele enquanto o mesmo estava em coma? Pois é, Walter denominou esse experimento de Estado de Compartilhamento de Sonhos e não foi por menos. Olívia começa a ver John em sua frente, começa a se lembrar de coisas que só ele lembrava e ela usa essa sua nova habilidade para descobrir o que levara seu amante a trair FBI. (A imagem a abaixo é de uma cena em que ela entra no Tanque para ver as memórias de John e Peter a tira de lá, pois começa a ficar arriscado demais)


Ficamos mais que surpresos quando John se revela inocente e muito mais ciente do que todos eles do tal Padrão que investigam. Olívia fica aliviada por saber que cada momento que passara com ele não fora uma mentira e, numa última visita a John em sua mente, ele se despede dele. Caminho aberto para Peter? Sim, mas essa porta ainda tem que ser movida. E, apesar de amar o episódio 6, em que Peter faz um trato com uma personagem misteriosa e intrigante da série, Nina Sharp, para ajudar Olívia no caso e deixa-la feliz em seu aniversário (ela demonstra preocupação ao descobrir o que ele fez, e é uma cena linda), acho que o clima entre os dois só começou mesmo a partir do décimo episódio. Se não me engano, é ainda o mesmo em que os dois vão interrogar um amigo da vítima em um bar e quando o homem pergunta para Olívia quem é Peter, ela diz que é seu irmão e o olhar que Peter lança a ela é no mínimo... Chateado. Depois ele reforça essa reação dizendo: Irmão? Esperando que Olívia se justificasse e a mesma diz: É. Funciona melhor desse jeito.
- Funciona, não é? – ele retruca.


E depois a desafia a ficar mais um pouco no bar para que os dois bebam, que é uma de minhas cenas favoritas. Ambos fazem truques de mágica e Peter diz que isso é incrível por que mulheres não costumam saber fazer isso.
Descobrimos que Walter é do nosso time quando eles vão correndo ao hotel perguntar para ele algo sobre o caso e Walter acorda fazendo cara de desculpas dizendo: Ah, vocês dois precisam usar a cama! Tirando um sorriso um tanto suspeito do rosto de Olívia.
E as coisas só melhoram a partir daí...
(continua)

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

A Verdade Nua e Crua

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Um título intrigante esse, hein? Primeiramente se encaixa perfeitamente no que eu vou dizer aqui. Depois, quem não ficaria ansioso para saber do que esse filme se trata?

Com o tal pôster (muito criativo, por sinal) acima, qualquer um pára em frente ao cinema e admira o mesmo. A dinâmica dos dois personagens principais foi muito bem usada aqui, dando a idéia de que ela é uma romântica e ele só pensa naquilo. Desde o primeiro momento que vi esse pôster, esse filme já me agradou. Gerard Butler, astro de vários filmes dos quais eu já amava (citando: O Fantasma da Ópera e PS: Eu te Amo) ao lado de Katherine Heigl, atriz maravilinda que me conquistou apenas por sua participação em Greys Anatomy e em seu papel em Vestida Pra Casar, juntos, definitivamente daria em algo bom. E esse aqui é um daqueles filmes que você olha e diz Ah, esse filme deve ser bom e depois de assistir fica orgulhoso de si mesmo por ter acreditado nisso, afinal, era verdade.


Kath interpreta Abby Richter, uma carismática produtora de um programa matinal que é tão obcecada em escolher o homem perfeito que está solteira até hoje. Não é para menos, pois, a loira, em suas tentativas meticulosamente planejadas, até imprime uma lista de tópicos para que ela e a cara com quem estava saindo no momento pudessem escolher sobre o que conversar quando o assunto acabasse (que é logo no começo do encontro, devo dizer). Fracassando mais uma vez, Abby não se abala. Volta para casa determinada a continuar procurando quando um certo programa a faz congelar aonde estava. A Verdade Nua e Crua.

É aí que somos introduzidos a Mike Chadway (o querido Gerard), apresentador do tal programa. Ele fala como os homens são incapazes de amar e que tudo que querem é sexo. Abby, horrorizada com tal afirmação, faz uma ligação ao programa e começa a discutir com Mike. O placar final é 1 à 0 para Mike que, além de chamar Abby de feia, diz que o homem perfeito com quem ela sonha é na verdade uma garota e que – oh, me desculpem. 2 à 0. Que ela era lésbica. Ignorando a opinião do troglodita, Abby vai dormir e no dia seguinte segue para o trabalho. Como eu disse, ela é uma produtora bem sucedida de um programa... que está falindo. Desesperados, seus colegas de trabalho decidem contratar um novo apresentador, e já vão avisando que o cara é... chocante. Não foi muita surpresa ver que Mike era o tal, mas o clima de suspense pelo que vai acontecer durante o tempo em que estes dois opostos trabalharem juntos só vai aumentando. E é aqui eu os deixo, caro leitores.

Uma boa opção para quem quer chorar de rir num domingo tedioso e solitário ou pra quem quer trazer a galera e deixar os vizinhos pensarem que o filme que estão vendo é de terror pelos gritos e risadas exageradas e assustadoras.
Eu amei. A frase que eu até usei ontem não sai da minha cabeça. Espero que isso aconteça com vocês também.

domingo, 13 de dezembro de 2009

à primeira vista

domingo, 13 de dezembro de 2009
Sim, roubei descaradamente o título do capítulo 1 de Twilight. Talvez porque eu seja fã, talvez porque simplesmente deu na telha. Como diria Kath Heigl em The Ugly Truth (A Verdade Nua e Crua):
Você nunca vai saber

E é assim que eu sou.
Você nunca vai saber qual a próxima série em que eu vou ficar vidrada ou a música que eu vou estar ouvindo que vai irritar todo mundo de tanto que eu vou cantar. Ou o manga-livro que eu ou estar lendo - mais uma vez - surtante.
Os filmes são os únicos previsíveis - com esses eu sou esparro. Posto no Twitter (Btw: @Ksiquot) ou escrevo no sub-nick do msn e chamo o povão pra assistir aqui em casa. Tá, faço isso com seriados também, admito. Porque o importante é ser feliz e contagiar todo mundo com essa felicidade !
 
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